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Linguagem C – parte 2 – Variáveis

Variáveis, tipos de variáveis.

Bom essa segunda parte vou falar sobre variáveis e entrada de dados no programa. Essa parte e bem importante já que sem ela o programa teria de ser auto suficiente, e ter todas as informações em seu código.

Variáveis servem para receber informações/ ou armazena-las, imagine um jogo por exemplo, nele são necessárias variáveis que marquem sua pontuação, a posição onde você se encontra.. etc…

Tipos de variáveis:

Variáveis podem conter diversas informações.

Quanto ao tipo de informação elas podem ser em forma de Números ou letras:

No caso especifico de programas matemáticos o importante e aprender os tipos de variáveis numéricos:

Os tipos numéricos que o professor usa normalmente são INT e FLOAT, mas ainda há o DOUBLE, e as características UNSIGNED, LONG, SHORT, mas vou me ater ao dois primeiros.

INT – INTEGER – e usado para guardar informações de números inteiros:

Ex:

Números de pessoas numa cidade, numero de estrelas no céu. Idade, ano de nascimento.

FLOAT – Ponto Flutuante – é a representação de números Reais.

Ex:

Valores monetários, divisão que não é exata.

O ponto flutuante e chamado assim por causa que podemos representar um numero muito grande através flutuando sua virgula ou seu ponto.

15000 = 15 * 10³ = 1,5 * 104 =  0,15 * 105

Lets Coding!

01 – Criar um programa que guarde e exiba o numero de elefantes em uma jaula!


#include <stdio.h> // inclusão da biblioteca de entrada e saída

#include <stdlib.h> // inclusão da biblioteca do DOS

int main() {

/*

declaro um espaço na memoria(variavel), para guardar o numero de elefantes

*/

int numero_elefantes;

numero_elefantes = 10; // joga o numero 10 no espaço (variavel) numero_elefantes

/* imprime o valor da variavel, ou seja o numero de elefantes */

printf (“O numero de elefantes na jaula é %d”,numero_elefantes);

system (“pause);

return 0;

}

Aqui e importante observar que o nome da variavel pouco importa para o funcionamento do programa, desde que ela siga algumas regras:

– usar letras e numeros, ou so letras.

– Não ter o mesmo nome de um comando em C

– Não ter espaços

– Não começar com numeros

Detalhe se você usar float em um programa onde você so precisaria usar um int como no acima, funciona do mesmo jeito porém você desperdiça memória.

Note que no exemplo o comando printf tem um detalhe!

 Printf (“até aqui eu já vi bobão,, opsss <strong>%d”,numero_elefantes</strong>); 

O printf, tem alguns comandos que são reservados para trabalhar com variáveis. E funciona assim, onde ele encontra o primeiro comando de controle, ele substitui pela primeira variável, onde esta o segundo ele substitui pelas segunda variavel etc…

Os comandos de controle usados dependem da variável de modo geral fica assim:

Float  – %f  – floating point

Int – %d –decimal

No exemplo do codigo fica assim:

 printf (“O numero de elefantes na jaula é %d”,numero_elefantes); 

O valor da variavel numero_elefantes substitui o %d e o resultado impresso é:

O numero de elefantes na jaula é 10.

O mesmo exemplo usando float:


#include <stdio.h> // inclusão da biblioteca de entrada e saída

#include <stdlib.h> // inclusão da biblioteca do DOS

int main() {

/*

declaro um espaço na memoria(variavel), para guardar o numero de elefantes

*/

float numero_elefantes;

numero_elefantes = 10; // joga o numero 10 no espaço (variavel) numero_elefantes

/* imprime o valor da variavel, ou seja o numero de elefantes */

printf (“O numero de elefantes na jaula é %f”,numero_elefantes);

system (“pause);

return 0;

}

O problema do exemplo acima e que não importa quantas vezes o programa for ser executado ele sempre vai exibir que na jaula tem 10 elefantes, já que ninguem vai digitar outro valor. E ele sempre vai usar o que esta no programa.

Leia a terceira parte!

Tutorial de Linguagem C – Introdução

Bom quem acompanha (quem acompanharia?) meu blog, deve estar ciente que comecei o primeiro periodo de Engenharia Mecânica, parece ser de praxe, que nas engenharias haja a matéria de algoritmo.

Motivado por alguns alunos que estavam em dificuldade em minha classe, eu desenvolvi um mini tutorial, ele e bem simples mesmo, e parece ate bobo.

Observem que antes que venham os troll flamers, eu desenvolvi um tutorial básico, para permitir que meus amigos solucionasse problemas matemáticos em linguagem C.

Parte 1: http://amcollucci.com.br/2011/05/13/linguagem-c-parte-1-printf/ ?

Parte 2: http://amcollucci.com.br/2011/05/13/linguagem-c-parte-2-variaveis/

Parte 3:

Parte 4:

Continua …

Linguagem C – Parte 1 – printf().

Para acompanhar o tutorial é necessario um compilador da linguagem C/C++ sugiro o Dev c++ que é gratuito e pode ser baixado no link abaixo:

http://sourceforge.net/projects/dev-cpp/files/Binaries/Dev-C%2B%2B%204.9.9.2/devcpp-4.9.9.2_setup.exe/download

No site da PUC, há um bom tutorial ensinando a utilizar a ferramenta.

http://www.inf.pucrs.br/~pinho/LaproI/DevC/Dev.html

Começando pelo começo!

1- Fazendo um programa que escreve qualquer coisa na tela….

 

#include <stdio.h>

int main(){

printf (“OI TURMA”);

}

Esse programinha vai imprimir uma msg na tela e vai fechar igual um relâmpago, por isso vamos ter de acrescentar mais algumas linhas…

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(){

printf (“OI TURMA”);

system(“pause”);
return 0;
}

Agora sim! Vamos a explicação

#include <stdio.h> Essa linha significa que estamos incluindo (#include<>) um arquivo em anexo com nosso programa.

Esse arquivo e o stdio.h esse arquivo e o responsável por “ensinar” ao
compilador como ele deve proceder para escrever um texto na tela, como ele deve proceder para ler uma letra no teclado, sem ele o comando PRINTF não poderia ser executado. Tente compilar o programa acima sem utilizar o #include <stdio.h> e você verá um erro.

No exemplo acima eu usei duas bibliotecas são elas:

stdio.h

std = standart – em português, padrão
i = input – em português entrada
o = output – em português saída

stdlib.h
std = standart – em português padrão
lib = library – em português biblioteca, essa biblioteca permite que você use
comandos do DOS, para quem não conhece o dos ele e um sistema operacional de linha de comando predecessor do Windows.

Depois de escolher as bibliotecas eu chamei a função main, ela e a principal função do programa e deve estar presente nele obrigatoriamente.( Até onde eu conheço a main só e obrigatória na linguagem C utilizada para PCS, ou tecnicamente no C para X86)

int main(){

Comandos

}

Reparem que essa declaração não tem ponto e virgula, pois ela delimita o inicio e o fim de um bloco de instruções. O “}” no final do bloco faz as vezes do ponto e virgula

O int usado na definição da função main significa que a função main espera um resultado “inteiro” por isso que no final do programa nos enviamos um return 0; como zero é um numero inteiro a função termina sem erros!

Dentro da função main eu escrevi outros comandos um deles e o “printf”, o printf vem do inglês também conforme explicação abaixo.

printf – comando de saída formatada
– print – em português significa imprimir. Historicamente servia para imprimir na stdout (std = standart que é padrão, out saída, ou seja na saída padrão.). Hoje em dia a saída padrão de todos os PCs e o monitor, mas antigamente era a impressora.
– f – vem de format que significa formatado. Isso e porque os tipos de dados que saem impressos através dessa função vão formatados de acordo com os caracteres de controle que você usa.

Inicialmente pense no printf como o comando que vc usa para escrever na tela

Abaixo vou mostrar o uso do comando printf, o que ta de vermelho e obrigatório;

printf (“ Aqui você pode digitar qualquer texto “);

No caso se eu usasse esse comando ele imprimiria na tela:

Aqui você pode digitar qualquer texto

A frente eu vou falar mais sobre esse comando.

Por ultimo o comando system (“pause”).

Esse comando serve para paralizar o sistema até que alguma tecla seja pressionada. Ele só e possível usar se vc usar a biblioteca stdlib.h do c ou a biblioteca iostream do c++.

O comando system(“”) envia uma msg ao sistema operacional, se você retirar por exemplo o “pause” e no lugar colocar “notepad”, ele vai abrir o bloco de notas para você.

Abaixo segue alguns exemplos para fixar esses comandos.

 

#include &lt;stdio.h&gt;
#include &lt;stdlib.h&gt;

int main(){

printf (“OI \n TURMA \n COMO VAI \n ”);

system(“pause”);
return 0;
}

 

#include &lt;stdio.h&gt;
#include &lt;stdlib.h&gt;

int main(){

printf (“OI \t TURMA \t COMO VAI \t ”);

system(“pause”);
return 0;
}

 

#include &lt;stdio.h&gt;
#include &lt;stdlib.h&gt;

int main(){

printf (“OI TURMA COMO VAI ”);

system(“pause”);
return 0;
}

 

#include &lt;stdio.h&gt;
#include &lt;stdlib.h&gt;

int main()
printf (“OI TURMA COMO VAI ”);
printf (“OI TURMA COMO VAI ”);
printf (“OI TURMA COMO VAI ”);
printf (“OI TURMA COMO VAI ”);
system(“pause”);
return 0;
}

 

#include &lt;stdio.h&gt;
#include &lt;stdlib.h&gt;

int main(){

printf (“OI TURMA COMO VAI \t”);
printf (“OI TURMA COMO VAI \n”);
printf (“OI TURMA COMO VAI \t”);
printf (“OI TURMA COMO VAI \n”);

system(“pause”);
return 0;
}

Até a parte 2!

Engenharia Mecânica Primeiras impressões

Olá, quem acompanha meu blog (se é que alguém em sã consciência faz isso), deve estar sabendo que eu resolvi mudar de área e estudar engenharia mecânica, estou inscrito no curso da Faculdade Anhanguera de Belo Horizonte, essa instituição comprou a Fabrae, e passou esse ano a lecionar o curso de Engenharia Mecânica aqui em belo horizonte, portanto faço parte da primeira turma de Bacharel de Engenharia Mecânica da instituição.

Como já sou veterano em “fazer cursos” esperava aquela mesmice de apresentações, e enrolação na 1º semana, ou mesmo confusão generalizada, onde os organizadores das instituições ficam perdidos por não preverem muito das duvidas dos alunos ou então não planejarem corretamente certa demada. Mas fiquei feliz em ver que foi diferente, logo no primeiro dia o Professor Paulo Roberto da matéria de Álgebra Linear, quebrou o protocolo e disse ” Não tenho o costume de fazer os alunos se apresentarem pois, ninguém decora o nome mesmo e dentro de poucos dias ou semanas vocês ja se conhecerão bem, portanto vou começar com essa lista de exercício…” e que lista, não consegui fazer nenhum sozinho, só pra se ter noção olha esse:

” Eu tenho o dobro da idade que você tinha quando eu tinha a idade que você tem. Quando você tiver a idade que eu tenho,  a soma das nossas idades será igual a 81, qual a minha idade?”

Ótimo não? Me de um computador e um compilador, e eu resolvo em 5 minutos ou menos, mas na mão com folhas de papel e lápis foi tenso.

Ontem o Professor de Algoritmos e Programação, também muito capacitado, dá aulas a 25 anos na PUC e Eng. Eletrico por profissão, fez uma exposição simples mas eficiente do conteúdo que será trabalhado e de sua carreira. Além de dar uma pincelada na matéria. E o coordenador e a equipe de Staff, fizeram uma exposição de uns 40 minutos sobre o curso e a instituição.

Achei interessante a proposta deles, pois mesmo sendo uma faculdade privada investem em iniciação científica, que é um dos meus objetivos a curto prazo. Outro ponto positivo e o PLT, programa do livro texto, onde a faculdade compra grandes quantidades de livros edita, e vendem bem mais baratos para os alunos, isso tudo dividido, nas mensalidades.

Ponto negativo ficou para a cantina, muito pequena, e com o atendimento muito lento, (não pelos funcionários, mas pela estrutura).

Bom é isso, hoje e o 3º dia de aula e eu to empolgado!

att,

Anthony Collucci

2011 – Novos Rumos – Engenharia Mecânica

Quem acompanha meu Blog, certamente deve ter percebido uma mudança nos ultimos Posts, sim, eu finalmente me decidi a Abandonar a TI.

Não que seja uma profissão ruim ou que pague mal, até que não. Poderia ser que eu não fosse reconhecido na minha profissão, mas até que não, então porquê?

Também não sei ao certo, mas desde que entrei na faculdade, eu comecei a ver que aquilo ali não era pra mim,  e quanto mais me envolvia mais eu desgostava. Não entendam mal adoro programa, adoro redes, mas não como profissão.

Dai me vi as voltas com a construção de meu próprio Telescópio, e pensei a sim Astronomia será minha nova profissão, depois me vi a volta com Desenvolvimento de sites, e queria migrar de Network, para develop, mas ainda sim não me encontrei.

Apesar de esse ser um relato retórico ja que ninguém vai querer saber da minha vida ruim. Eu me peguei gostando da área de Engenharia Mecanica/Mecatrônica, quem já foi na minha casa, ou quem mora comigo no caso a Dona Onça, (oops Samira). Já notou a quantidade de ferramentas “delicadas” que eu possuia, são morças, limas, marretas, martelos, um sem número de chaves, oléos, graxas, abrasivos… etc… E nunca me veio na cabeça trabalhar na área de Mecânica/Mecatrônica, a não ser quando eu era um estudante a muitooo tempo atrás…

Lá e de volta outra vez, terminei do curso de Mecânica de Autos, comecei o curso de mecânica de aeronaves, e agora o bom filho a casa torna, Farei o Curso de Bacharel em Engenharia Mecânica. E nessa metamorfose ambulante, esse blog, vai tratar de assuntos relacionados a esse ultimo, principalmente na área de Robótica. Daí alguém me pergunta porque seu blog pessoal de lazer tem de ser Nerd… Gente ser Nerd e um estado de espírito, e como um Nirvana…

A e se você pensa que Mecânica é aquele negocio imundo ali do lado de sua casa, com um cara meio Pesado, cheio de graxa com uma calça que ele ganhou a 10 anos atrás e acha que continua nova! Olhem para a imagem abaixo e pensem de novo…